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16 de Junho de 2017

 

Boa tarde, sexta-feira, sua linda! Se bem que já estamos no clima de fds desde quarta-feira a noite, não? E eu estou em clima de assistir filminho, então aproveitei o feriado ontem e fui ao cinema, finalmente assistir o tão comentado filme da nossa heroína Mulher Maravilha. E sabem o que achei? Sensacional, arrebatador, curti milhares de vezes. E digo isso não apenas pelo filme em si, mas por toda a parte de trilha sonora e efeitos especiais também.

Inicialmente, Diana (a Muher Maravilha, interpretada por Gal Gadot) é uma menina, filha de Hipólita, a rainha das Amazonas, mas que sempre temeu que sua filha lutasse como uma guerreira, tentando-a impedir de todas as formas. Por outro lado, sua tia a ensina tudo isso, mesmo às escondidas. Mas, com o tempo, a mãe de Diana também percebe que a luta está no sangue da filha, e que já não pode mais impedí-la, então decide finalmente apoiá-la. Então, com a aparição de um homem misterioso chamado Steve Trevor (interpretado por Chris Pine), em Themyscira – sua ilha, que supostamente deveria ser privada – os alemães também a descobrem e então, uma verdadeira batalha está armada. Nesse momento, Diana percebe que precisa mesmo lutar para acabar com essa guerra, acabando com Ares, o deus mitológico que ela acredita ser o grande culpado. E lá se vai então, com Steve, para cumprir essa missão.

Durante todo o momento em que interage com os humanos, percebemos muitas cenas e falas que mostram que esse filme veio para quebrar o paradigma do machismo, já que nos acostumamos a ver sempre a figura feminina frágil, precisando da proteção masculina. Embora possamos ver claramente que Steve a ajuda (sim, e ele é um gentlman!), fica claro para o telespectador que ele não é necessariamente o seu salvador. A princípio, ele acha sim que precisa protege-la, mas quando ele percebe que ela é capaz de parar as balas de armas de fogo utilizando o seu bracelete, já sabe que ela pode se cuidar e lidar sozinha com qualquer tipo de perigo. É aí então, que ele a deixa lutar sozinha com seus próprios demônios, pois sabe que essa luta era para ser apenas dela.

Vale destacar momentos do filme, como por exemplo, o que Diana enfrenta a batalha em um cenário de vegetação totalmente morta e devastada pela ação humana – o auge do filme, sem sombra de dúvida. Também não podemos esquecer da parte cômica, onde Diana mostra também a sua ingenuidade em relação ao sexo oposto, de onde vem os bebês, e da sociedade em geral. Eu diria que além de acertar perfeitamente todos esses tons, o filme ainda acerta na escolha da protagonista: uma atriz que transparece a heroína poderosa, determinada, justa e ingênua – sem ser uma tola.

Mulher Maravilha é, com certeza, um dos melhores filmes de heróis/heroínas já produzidos. Totalmente dinâmico, com ótimas cenas de luta e diálogos bastante inteligentes e humorados. E vocês, já assistiram?

Mulher Maravilha, a maior heroína das histórias em quadrinhos no cinema

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